resentment: flores de plástico não morrem. ↘

floresinexatas:

 mantenho vivo e confortável deitado no colo do meu passarinho azul. talvez nunca saiam, talvez estejam batendo asas agora mesmo. hora sorrio por ter, outrora consinto. acho que consentir é maior que sorrir. consentir aquece mais. Não veem porque o vento cega as palavras, mas estão aqui.

hiatos à parte, livros também.
aceito sua esquizofrenia, aceita meu silêncio.
consente.

post scriptum: abri meu túmulo e você não vai acreditar o que encontrei: 
flores.

(yas)

(Source: umafestapromeucancer)

27th April, SaturdayReblog
Que nossos sonhos não dependam da vontade de outros. E que nossa fé não dependa da graça de alguém, de quem não sabe olhar os detalhes da vida e sorrir. Nós não podemos nos dar o luxo de compartilhar o milagre do sorriso com quem não soube chorar a saudade e não podemos receber o toque de quem não soube ser ferido. Que nossa esperança no amanhã não seja atingida pelas espinhas de quem entrega e vai: embora, para longe, para o sempre. Que nossa paz dependa única e exclusivamente da gente, e que ela seja maior que tudo e todos e iniba nossa tristeza nos dias de solidão.

Floresinexatas. (via floresinexatas)

27th April, SaturdayReblog

floresinexatas:

eu amo tudo o que carregam nas costas e não dizem. e amo  sorrisos mentirosos, me dizendo sobre o amor que eles não têm. 

Ironia da vida

26th April, FridayReblog
teeorema:

eu